História

A Santa Casa da Misericórdia de Santar é uma Instituição Secular fundada na primeira metade do Séc. XVII, por iniciativa de D. Lopo da Cunha, na altura Senhor da Vila. O primeiro Compromisso foi firmado em 1636. A igreja da irmandade foi mandada edificar na mesma época, sendo erigida num terreno doado pelo fundador, integrado na cerca da Quinta do Casal Bom, propriedade de D. Lopo, situada na extremidade da vila.

Tem como missão praticar as catorze Obras da Misericórdia, com o seu espírito tradicional informado pelos princípios de Doutrina e Moral Cristãs, bem como, visa satisfazer carências sociais abrangendo também o sector da Saúde;

Actualmente, possui na área da Acção Social, as valências de Centro de Dia e Apoio Domiciliário garantindo serviços de alimentação, cuidados de higiene e conforto pessoal.  Assegura  ainda, apoio psicossocial e de animação aos seus utentes inscritos. Na área da Saúde, dispõe de uma Unidade de Cuidados Continuados Integrados que apoia utentes em regime de internamento, com diversas patologias de base e carências sociais, cuja intervenção se centra essencialmente na reabilitação, readaptação e reinserção familiar e social;

A Santa Casa da Misericórdia de Santar tem vindo a desempenhar ao longo dos seus 376 anos de existência, diversas acções de cariz social, sobretudo no que concerne à protecção e apoio a utentes carenciados com idade adulta ou idade avançada em risco de isolamento social e com elevado grau de dependência.

Em todas as suas respostas sociais, procura promover, tanto quanto possível, a melhoria do estado geral do utente, bem-estar e qualidade de vida, bem como a optimização das suas capacidades.

Todos os membros dos seus Órgãos Sociais, todos os seus colaboradores/trabalhadores não são melhores ou piores, nem “anjos” ou “super-heróis”, são sim, uma “Família” cujo único objectivo é Apoiar e Servir aqueles que mais precisam.

Como tal, toda a Acção desenvolvida, é o espelho do trabalho, da dedicação e esforço de todos quantos passaram e permanecem  nesta Instituição, dando o melhor de si. Conscientes dos resultados obtidos e cientes de que o trabalho desenvolvido tem sido uma porta aberta para os que mais precisam, acreditamos que vale a pena continuar a intervir, porque cremos na capacidade que cada um tem de fazer melhor e assim, ajudar a colmatar necessidades identificadas junto dos que mais necessitam. Admitimos que respeitando as individualidades de cada um, é possível aproveitar as suas potencialidades físicas e psicológicas.

Pretendemos pois, dar a conhecer, que partilhamos a força e a convicção, de que poderemos todos ser felizes mesmo que, com um pouco mais de idade. O facto de vivermos mais anos, não nos demove, mas inspira-nos, pelo que, envelhecer não tem que ser necessariamente um problema mas uma descoberta, uma conquista, da qual não tirar partido seria uma enorme perda.

 

A Provedora

Maria Infância Pamplona

 

 

De tudo quanto se vive fica a memória...
De tudo quanto se vive fica a memória...
De tudo quanto se vive fica a memória...
De tudo quanto se vive fica a memória...
De tudo quanto se vive fica a memória...
De tudo quanto se vive fica a memória...
1ªCompromisso da SCMS